Neno Canuto: o que os olhos veem, o coração sente

No dia em que o seu acervo for aberto, não tenho dúvidas, será revelada uma outra Alagoas.

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Por Geraldo de Majella

 

Neno Canuto. Foto: Lula Castelo Branco

O fotógrafo Neno Canuto, registrado como Antônio Carlos Acioly Canuto, nasceu em Maceió. É um dos nove filhos do casal Eunice e Luiz Canuto. Adolescente na década de setenta, foi estudar em Brasília, onde viveu parte de sua vida como jovem e passou a gostar de fotografar como hobby.

Entre outras atividades, foi um dos sócios de um dos points da noite alagoana, a choparia Marquês de Latraveia, em Jatiuca. Nas décadas de oitenta e noventa era para onde os boêmios e a juventude afluíam.

Neno Canuto trabalhou na antiga Telasa, na área de informática. A fotografia ascendeu então à condição de principal atividade. Nos últimos anos é um dos fotógrafos da Secretaria de Comunicação do governo de Alagoas (Secom), com uma longa trajetória profissional, trabalhos fotográficos premiados e o reconhecimento como um dos melhores profissionais de Alagoas.

Mestra Maria Benedita – Poxim Mané do Rosário

É um especialista em fotografia aérea com o maior acervo sobre as regiões do semiárido alagoano, o rio São Francisco, além dos registros dos mestres da cultura popular e dos assentados da reforma agrária. Por quase uma década fez registros fotográficos das reservas ambientais de Alagoas.

Neno Canuto é um fotógrafo com muitos anos de estrada. No dia em que o seu acervo for aberto, não tenho dúvidas, será revelada uma outra Alagoas.

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