Projeto propõe inclusão do BPA no Cepram

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Por Da Redação

Homens do BPA têm compromisso com a preservação da fauna e da flora | Divulgação

Em 2001, a então companhia especializada em ações de proteção ao meio ambiente, da Polícia Militar de Alagoas, ganhou status de Batalhão de Proteção Ambiental. Com maior estrutura, o batalhão ampliou seu trabalho, realizando continuamente ações de proteção da fauna e flora alagoanas.

Nesta terça-feira, 19, o BPA, situado na Área de Proteção Ambiental do Catolé e Fernão Velho, em Maceió, avançou ainda mais, com a aprovação, em segundo turno, do projeto de lei ordinária nº 407/2020, que lhe garante assento na composição do Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cepram/AL).

Iniciativa do deputado Cabo Bebeto (PTC), a proposta dá nova redação ao artigo 5º da Lei Delegada nº 21/2000, que dispõe sobre o funcionamento do Conselho, incluindo o comandante do BPA na composição do Cepram. Ao justificar o projeto de lei, Bebeto observa que a lei que instituiu o Conselho data de 1978 e o Batalhão Ambiental foi criado em 1989.

“Depois disso, viu-se que toda a legislação posteriormente criada jamais observou a importância da presença do Batalhão de Polícia Ambiental no referido conselho, por se tratar de um grupamento essencial e de presença indispensável nas ações voltadas à proteção do meio ambiente no Estado”, justificou o parlamentar.

O Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) foi criado inicialmente com o nome de Companhia de Polícia Florestal em 05 de junho de 1989, Dia Mundial do Meio Ambiente. Nascia ali um grupamento especializado, com a missão de proteger a natureza alagoana.

“Nós temos uma missão muito especial dentro da PM alagoana: cuidar da natureza do nosso estado. Estamos diariamente, além de garantir a preservação da ordem pública, combatendo o crime contra o meio ambiente”, afirma o comandante do BPA, tenente-coronel Alexandre Saraiva.

O efetivo da unidade é constituído por Geógrafos; Biólogos; Engenheiros Florestais, Agrônomos e Ambientais, Veterinários, Zootecnistas, dentre outros especialistas, que interagem ainda com as comunidades tradicionais, buscando criar no povo alagoano o sentimento de responsabilidade com a preservação da natureza.

Com Assessorias

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