Tarcísio presente

Ele deixou um legado que o mantém vivo no coração e na mente de tanta gente.

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Por Da Redação

 

Los Viejos: Tarcísio, com seu inseparável tantã, e o locutor que vos fala, no ganzá.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(*) Homero Fonseca

Dezenas, centenas, milhares de mensagens estão assinalando, hoje, um ano da morte de Tarcísio Pereira, em decorrência da covid. Isso demonstra como ele continua presente na memória dos recifenses e de muitos amantes dos livros por todo o Brasil.

Ele deixou um legado que o mantém vivo no coração e na mente de tanta gente. O legado de um homem gentil, afetivo, igualitário — tratava poderosos e pessoas simples da mesma forma — e que tinha a capacidade rara de ouvir o outro. Um fazedor de amizades. Um aglutinador que, catalisando e apoiando os jovens artistas de todas as áreas, exerceu um papel incontornável para a cultura recifense e pernambucana.

Hoje Tarcísio é História. Mas é também um exemplo para seus descendentes. E uma lembrança viva para todos os que o conheceram de perto e de longe.

Tarcísio vive.

(*) Homero Fonseca Ex-jornalista. Escritor menor. Leitor maior.

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