Empresário mineiro explica porque setor produtivo deve apoiar Lula

Mário Valadares afirma que país nunca cresceu tanto e teve índice de desemprego tão baixo como na gestão do petista

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Por Da Redação

Lula com o empresário Mário Valadares durante ato em Minas Gerais | Ricardo Stuckert

Durante evento com o presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na manhã de ontem (10), em Minas Gerais, o empresário Mário Valadares quebrou o protocolo e convocou o empresariado brasileiro a embarcar na candidatura do petista. Ele é dono do Só Marcas Auto Shopping e do Shopping Oiapoque que, juntos, geram 6 mil empregos.

A justificativa está nos índices econômicos e sociais alcançados durante os governos de Lula. “A classe empresarial tem que estar do seu lado, Lula, porque na sua gestão as empresas nunca prosperaram tanto”, disse Valadares.

Na economia, ele ressaltou os números alcançados pelo país na Era Lula.  “O que sempre me admirou no Lula foi essa questão dele ter feito uma gestão nunca feita na História do Brasil. Na gestão do Lula, nós tivemos a taxa de desemprego de 6%, isso nunca aconteceu na História do Brasil, ou seja, o Lula gerou emprego. Na época, os Estados Unidos, que são a maior nação do mundo, estavam com uma taxa de desemprego de 11%. O PIB, na gestão do Lula, foi o 5º do mundo. O Brasil estava atrás, somente, de China, EUA, Alemanha e Japão”, lembra.

Em termos sociais, o empresário destacou outros avanços. “Os brasileiros tiveram qualidade de vida nunca vista anteriormente, mesmo a classe mais baixa tinha condições de viajar de avião, a classe média tinha condições de comprar carro, ter sua casa própria. Nós queremos isso de volta agora”, comentou Valadares.

Momentos antes de interagir com o empresário, Lula lembrou de como se aproximou do empresário José Alencar, que foi vice-presidente quando o petista governou o País, entre 2003 e 2010. Lula lembrou que Alencar foi o fiador de suas campanhas junto ao empresariado, passando a confiança de que o respeito aos direitos trabalhistas, a responsabilidade fiscal e o crescimento econômico não seriam fatores antagônicos em seu governo.

Assista ao vídeo:

*Com o Jornal GGN

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