Pesquisa aponta que Alagoas e Ceará têm as gestões mais bem avaliadas do país

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Por Da Redação

O ex-governador Renan Filho | Divulgação

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Exata/OP apontou que Alagoas e Ceará possuem as gestões mais bem avaliadas pela população em todo o país. Os dois estados estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro, com 68,3% de aprovação da administração de Camilo Santana (PT), e 62,4% de aprovação para a gestão de Renan Filho (MDB).

Os entrevistados responderam a uma única pergunta no levantamento: “De maneira geral, você aprova ou desaprova o governo do seu estado?”. As entrevistas foram coletadas entre 22 de abril e 1º de maio de 2022, e não realizou perguntas de caráter eleitoral, nem com fins de medição quantitativa de intenções de voto, apenas avaliação do recall das gestões estaduais. Por isso, não precisou de registro junto à Justiça Eleitoral.

A pesquisa mostrou ainda que apenas 24,1% dos alagoanos e 23,4% dos cearenses disseram desaprovar as administrações locais. Alagoas e Ceará foram os únicos estados em que a taxa de desaprovação ficou abaixo dos 30%. O terceiro colocado no levantamento foi o estado de Goiás, governado por Ronaldo Caiado (União Brasil), que é candidato à reeleição, com aprovação de 59,1% e 32,1% de desaprovação.

O ex-governador Renan Filho, que se afastou do cargo no dia 02 de abril passado para se habilitar a uma candidatura ao Senado, comentou o resultado da pesquisa da Exta/OP em suas redes sociais. “Recebi a notícia com muita alegria. É o reconhecimento da população ao nosso esforço de fazer Alagoas um estado melhor para todos nos sete anos em que estivemos na gestão”, disse.

O instituto fez 15.600 entrevistas telefônicas para números fixos e celulares em todo o País com o uso da tecnologia URA (Unidade de Resposta Audível, a mesma tecnologia largamente utilizada em pesquisas quantitativas pré-eleitorais). Os dados foram pós-estratificados de acordo com as variáveis de gênero, idade e grau de instrução, de acordo com as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Fonte: Assessoria

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