quarta-feira 7 de dezembro de 2022

Bolsonaristas depredam e picham suástica em centro de formação do MST em PE

Pessoas vestindo amarelo escreveram "Mito" e suástica no local, além de provocarem incêndio

16 de novembro de 2022 10:08 por Da Redação

Local foi depredado na manhã do último sábado (12) | Cortesia

Vândalos invadiram o Centro de Formação Paulo Freire, localizado no assentamento Normandia, em Caruaru-PE, e depredaram o local. O crime foi registrado na manhã do último sábado (12). Ninguém ficou ferido.

De acordo com informações do Movimento Sem Terra (MST), quatro bolsonaristas, vestindo camisas amarelas, aproveitaram uma festa de vaquejada, com som extremante alto, que ocorria no Parque de Vaquejada Milane, localizado em frente ao Assentamento, para quebrar, pichar e tocar fogo no prédio.

Eles invadiram o espaço às três horas da manhã e picharam vários espaços coletivos com a suástica nazista e o nome “Mito”, em alusão ao presidente Jair Bolsonaro (PL). Além disso, o grupo arrombou e incendiou a casa de moradia da coordenadora do Centro. A militância percebeu o fogo e conseguiu apagar o incêndio. A casa, entretanto, foi parcialmente queimada, principalmente as camas, telhados e os pertences.

Veja relato:

 

Este é o segundo ataque ao Centro de Formação Paulo Freire. Em 2019, no primeiro ano do governo de Bolsonaro, foi movida uma ação de despejo contra o espaço que foi barrada por uma extensa rede de solidariedade vinda do Brasil e de outros lugares do mundo. “Desde então, o processo ficou parado, aguardando procedimento do Incra que, em função da pandemia, ainda não foram realizadas. Esperamos resolver de forma definitiva, tão logo o novo governo federal tome posse”, ressalta nota do MST.

“Os bolsonaristas foram derrotados nas eleições, mas uma minoria, movida pela intolerância, preconceito e ódio de classe, de raça e gênero, não aceitaram os resultados da democracia e estão querendo nos impor um terceiro turno”, acrescenta o Movimento Sem Terra.

Pichação inclui símbolo nazista | Cortesia

O ato criminoso deixou as lideranças em alerta. “Temos que manter a alerta para proteger nossas estruturas e garantir a posse de Lula no primeiro de janeiro. Até lá, alerta máxima. Cuidar e proteger nossas estruturas e nossas lideranças, contra a ira do ódio e do preconceito e da intolerância, dos grupos fascistas”, conclui o MST.

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