sábado 5 de abril de 2025

Operação em presídios inibe comunicação ilícita de apenados com ambiente externo

Coordenada em todo o país pela Senappen, ação em Alagoas foi deflagrada pela Polícia Penal
Foto: Agência Alagoas

A Polícia Penal de Alagoas deflagrou no estado a Operação Mute, ação coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A ação combate a atuação das organizações criminosas e atua no enfrentamento das comunicações proibidas nas unidades prisionais, por meio de revistas estratégicas, orientadas e ações de inteligência.

Em Alagoas, a Operação Mute está ocorrendo em três unidades prisionais e mobiliza cerca de 40 policiais penais. Até agora, as equipes atuaram na Penitenciária Masculina Baldomero Cavalcanti de Oliveira e na Penitenciária de Segurança Máxima (PSM2), estabelecimentos localizados em Maceió.

O policial penal Carlos Voss, secretário Executivo de Gestão Penitenciária da Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris), destaca a importância da operação, no combate ao crime. “A Operação Mute encontra-se na sua sétima fase e envolve policiais penais federais e estaduais de todo o país. É uma das maiores operações de combate ao crime dentro das unidades prisionais, que visa a retirada de qualquer meio de comunicação dos reeducandos com o meio externo, como também qualquer ilícito que se encontre como drogas e armas dentro do sistema prisional”.

São metas da Operação Mute combater a comunicação ilegal a partir da apreensão de celulares e outros dispositivos eletrônicos e assim impedir a coordenação de crimes, a troca de informações e a disseminação de ordens de facções criminosas e reduzir crimes como tráfico de drogas, roubos, homicídios e extorsões, que muitas vezes são ordenados de dentro dos presídios.

Além disso, a operação fortalece a segurança pública, graças à apreensão de armas, drogas e outros materiais ilícitos, além dos celulares, contribuindo para aumentar a segurança dentro das unidades prisionais e reduzir o risco de rebeliões e motins.

Por Agência Alagoas

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