O ciclo entre as Copas do Mundo de 2022 e 2026 trouxe uma desvalorização significativa para a seleção brasileira. Dados do site Transfermarkt mostram que o valor de mercado do elenco caiu 11,5% no período, passando de 1,053 bilhão de euros (R$ 6,13 bilhões) para 932,2 milhões de euros (R$ 5,4 bilhões), uma redução de cerca de R$ 730 milhões.
A queda reflete o envelhecimento de parte da geração que disputou o Mundial do Catar e a saída de jogadores experientes do alto nível do futebol europeu, como Ederson, Danilo e Alex Sandro.
Dos 15 atletas que estiveram na última Copa e seguem no radar da seleção, 12 sofreram desvalorização. Apenas três aumentaram seus valores de mercado: Vinícius Júnior, Raphinha e Bruno Guimarães.
A maior queda foi registrada por Neymar. Em 2022, o atacante era avaliado em 75 milhões de euros (R$ 437,5 milhões), quando atuava pelo Paris Saint-Germain. Atualmente, o valor caiu para 10 milhões de euros (R$ 58,3 milhões), reflexo das lesões recentes, da idade e do retorno ao futebol brasileiro.
Outros nomes importantes também perderam valor de mercado. Casemiro caiu de 50 milhões de euros para 8 milhões de euros, enquanto Fabinho teve redução de 55 milhões para 13 milhões de euros. Já o zagueiro Marquinhos viu sua cotação recuar de 70 milhões para 30 milhões de euros.
Por outro lado, Vinícius Júnior consolidou-se como o jogador brasileiro mais valioso da atualidade. O atacante do Real Madrid passou de 120 milhões de euros em 2022 para 150 milhões de euros (R$ 875,1 milhões) em 2026.
A maior valorização do período foi a de Raphinha, do Barcelona, que saltou de 50 milhões para 80 milhões de euros.
Na outra ponta, o goleiro Weverton aparece como o atleta menos valorizado entre os nomes analisados, avaliado em 700 mil euros (R$ 4,1 milhões).







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