
Reunião definiu estratégias para combate à grave poluição no rio Ipanema Foto: MPF/AL
Agentes do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), Polícia Civil e Prefeitura de Batalha vão realizar, nas próximas semanas, ações integradas de fiscalização para identificar os responsáveis por sete pontos de lançamento irregular de esgoto diretamente no leito do Rio Ipanema, naquele município.
O crime ambiental está associado à criação de animais em condições irregulares, cujas práticas estão impactando diretamente o curso do rio. Importante curso de água, o rio Ipanema tem cerca de 139 quilômetros de extensão, entre Pernambuco, onde nasce (município de Pesqueira), e Alagoas (desaguando no Rio São Francisco, em Belo Monte).
As estratégias foram definidas durante reunião nesta quinta-feira, 28, na sede do Ministério Público Federal (MPF/AL), dentro do inquérito civil que apura o lançamento de esgoto bruto e a instalação irregular de estruturas como pocilgas às margens e dentro da área do rio, comprometendo o meio ambiente e a saúde pública.
Segundo o MPF, os envolvidos poderão ser autuados na esfera administrativa, e, se constatado crime, poderão enfrentar responsabilidade criminal, de acordo com a gravidade das infrações ambientais que venham a ser constatadas.
Cada proprietário terá prazo de 45 dias para corrigir os problemas identificados pelos órgãos de meio ambiente. Se não adotarem as providências, as estruturas serão demolidas para retirada das pocilgas e destinação adequada dos animais, conforme a legislação vigente.
Com Assessoria MPF/AL
Agentes do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), Polícia Civil e Prefeitura de Batalha vão realizar, nas próximas semanas, ações integradas de fiscalização para identificar os responsáveis por sete pontos de lançamento irregular de esgoto diretamente no leito do Rio Ipanema, naquele município.
O crime ambiental está associado à criação de animais em condições irregulares, cujas práticas estão impactando diretamente o curso do rio. Importante curso de água, o rio Ipanema tem cerca de 139 quilômetros de extensão, entre Pernambuco, onde nasce (município de Pesqueira), e Alagoas (desaguando no Rio São Francisco, em Belo Monte).
As estratégias foram definidas durante reunião nesta quinta-feira, 28, na sede do Ministério Público Federal (MPF/AL), dentro do inquérito civil que apura o lançamento de esgoto bruto e a instalação irregular de estruturas como pocilgas às margens e dentro da área do rio, comprometendo o meio ambiente e a saúde pública.
Segundo o MPF, os envolvidos poderão ser autuados na esfera administrativa, e, se constatado crime, poderão enfrentar responsabilidade criminal, de acordo com a gravidade das infrações ambientais que venham a ser constatadas.
Cada proprietário terá prazo de 45 dias para corrigir os problemas identificados pelos órgãos de meio ambiente. Se não adotarem as providências, as estruturas serão demolidas para retirada das pocilgas e destinação adequada dos animais, conforme a legislação vigente.
Com Assessoria MPF/AL






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