Até dezembro do ano passado, a Braskem somente enviava os dados do monitoramento das minas de sal-gema à Defesa Civil de Maceió, ignorando o órgão estadual. O fato foi confirmado pelo capitão Douglas Gomes, chefe da seção de desastres naturais da Defesa Civil do Estado.
Segundo ele, a mineradora agora está sendo cobrada a apresentar um estudo para verificar se o colapso da mina 18, no bairro do Mutange, atingiu outras cavidades, especialmente, as minas 20 e 21, nas proximidades da região afetada.
Por meio de uma análise feita a partir de um sonar, a Defesa Civil Estadual quer obter informações como o tamanho da cavidade, o volume, a distância para a superfície e os riscos que pode trazer. A ideia é que esses dados subsidiem ações de prevenção na região.
As cavidades 20 e 21 estão localizadas totalmente sob a lagoa Mundaú e são consideradas uma única cavidade, denominada 20/21. “Já tem um túnel que dá acesso às minas. Caso ele tenha ficado obstruído, solicitaremos para que a Braskem faça um outro túnel e tenha esse acesso. Além das minas 20 e 21, tem a outra mina mais próxima, que é a mina 29. E, por estar mais próxima da mina 18, é que a gente fica com esse cuidado”, explicou Gomes.
*Com informações do portal Tribuna Independente.







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