
Em reunião nesta quarta-feira, 28, CPI definiu os primeiros convocados a depor | Foto: Agência Senado
O ambientalista José Geraldo Marques, vítima da tragédia, e o engenheiro civil Abel Galindo Marques estão entre os oito primeiros depoentes da Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal que investiga o crime ambiental praticado pela multinacional Braskem, em Maceió. Em reunião na manhã desta quarta-feira, 28, os integrantes da CPI da Braskem definiram a lista de convocados, que inclui ainda o diretor presidente da empresa, Roberto Bischoff.
Também serão obrigados a depor na CPI, Marcelo Arantes, diretor de comunicação da Braskem; Thales Sampaio, coordenador dos estudos da antiga Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM, atual Serviço Geológico do Brasil), que concluíram pela responsabilização da Braskem no desastre; Mauro Henrique Moreira Sousa, diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), Natallya de Almeida Levino, professora da Universidade Federal de Alagoas; e Wolnei Wolff Barreiros, chefe da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
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Os integrantes da CPI virão à capital alagoana, em data a ser marcada, para verificar in loco a dimensão do crime socioambiental que destruiu 5 bairros e obrigou mais de 60 mil pessoas a deixarem suas casas.
Nas primeiras reuniões de trabalho, além da própria petroquímica e da Petrobras, a CPI aprovou requerimentos com pedidos de informações ao MPF, à Prefeitura de Maceió e ao Governo de Alagoas. Ao todo, os senadores aprovaram pedido de informações a 18 órgãos públicos envolvidos no chamado crime da Braskem. As informações devem ser encaminhadas em até cinco dias úteis.
Com Agência Senado








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