O presidente Lula (PT) enfrenta hoje um bloqueio político sem disfarces. A derrubada do decreto que faria os super-ricos pagarem 10% de IOF sobre lucros e dividendos enviados ao exterior não foi apenas uma derrota legislativa. Foi um recado claro de que o Congresso, dominado por interesses econômicos e corporativos, quer governar no lugar do Executivo — sem ter sido eleito para isso.
Essa aliança entre as elites políticas e financeiras tem um objetivo: impedir que Lula governe com os instrumentos que o povo lhe confiou nas urnas. Controlar R$ 52 bilhões em emendas parlamentares virou prioridade absoluta. Investir no povo, não.
O que está em jogo não é apenas um embate entre Poderes. É a captura do orçamento público por um grupo que opera em nome dos que nunca aceitaram a ascensão dos pobres.
É hora de esclarecer, com coragem e verdade, o que está acontecendo no país:
• Mostrar o que cada município vai perder com o esvaziamento do orçamento federal.
• Denunciar quem são os parlamentares que operam para blindar os super-ricos.
• Explicar por que cada projeto bloqueado no Congresso é um direito negado à população.
A resposta não virá das negociações de gabinete. Virá da mobilização popular. Virá das redes, das ruas, das escolas, dos sindicatos, das igrejas, dos coletivos, das periferias.
Lula não chegou até aqui sozinho. E não sairá desse cerco institucional sem a força do povo. É hora de ir ao encontro da sociedade, falar diretamente, construir pontes onde estão erguendo muros.
A elite que controla o Congresso quer um presidente acuado, imobilizado, sem poder de reação. Mas o Brasil de Lula sempre nasceu da resistência. E é dessa energia que ele vai precisar — mais uma vez.






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