A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou em outro ritmo nas redes sociais. A comunicação direta, a mobilização espontânea de apoiadores e a presença de militantes nas ruas ampliam o alcance da campanha e atraem seguidores de diferentes faixas etárias.
Lula passou a gravar vídeos em formato selfie, publicando vários ao longo do dia. A mudança aproximou o presidente do público e estimulou o compartilhamento de suas mensagens nas redes sociais, tanto nos perfis oficiais quanto nas páginas de apoiadores.
Outro destaque é o canal Exército do Lula, no WhatsApp, criado pelo deputado federal André Janones (Avante-MG), que já reúne mais de 3,5 milhões de inscritos. A iniciativa tornou-se um importante espaço de circulação de mensagens e mobilização de apoiadores.
O canal também esteve no centro de uma disputa judicial. Após uma denúncia apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou sua suspensão. A decisão foi posteriormente revertida pelo corregedor-geral eleitoral, que autorizou o retorno do canal.
A combinação entre a comunicação direta de Lula, o compartilhamento de conteúdo pelos apoiadores e a mobilização nas ruas dá novo impulso à campanha pela reeleição. A presença digital do presidente passou a ocupar um espaço central na disputa política, com vídeos curtos, mensagens compartilhadas e participação ativa de seus seguidores.







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