Cláudio Antonio Jucá Santos ou, simplesmente, Jucá Santos, morreu hoje, aos 88 anos, de causa ainda não revelada. Considerado o “Príncipe dos Poetas de Maceió”, ele era presidente da Academia Maceioense de Letras. membro efetivo da Academia Alagoana de Letras e da Academia Alagoana de Cultura, além de sócio honorário da Academia Miguelense de Letras e Artes.
Nascido em Maceió, no dia de junho de 1933, ele foi locutor, ator de radionovelas e cronista parlamentar e policial. Também era advogado, escritor e poeta. No rádio, o notável da Cultura Alagoana passou pelas emissoras Difusora, Progresso e Gazeta. Juntamente com colegas de profissão, foi um dos fundadores da Associação Alagoana de Rádio, que acabou dando origem ao Sindicato dos Radialistas de Alagoas.
É também fundador da Academia Maceioense de Letras, em 1955, entidade que presidiu por diversos mandatos. Jucá Santos é autor de vários livros e também participou de mais de 30 antologias em Alagoas, Brasil e Portugal.
Em seu livro de poesia Jardim Fechado (Edições Catavento, 2003, p.52), escreveu: “Um velho amigo disse-me, outro dia/Que os mestres do soneto estão morrendo/E nós estamos, com pesar, perdendo/O magistral formato da poesia”.
Filho do poeta Aristeu Leoni Santos e de Dona Corália Jucá Santos, era casado com Dona Eunice, com quem teve cinco filhos: Claudenice, Eliane Maria, Aristênio, Sandra Maria e Sâmia Maria.
Jucá será sepultado nesta quarta-feira (16), às 10h, no Cemitério Parque das Flores, em Maceió.
Veja a participação do poeta no programa Alagoanidades:







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