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Elefante-marinho escolheu litoral alagoano para descansar durante troca de pele, mas foi assassinado Foto: Instituto Biota
Representantes de órgãos ambientais, especialistas e membros da sociedade civil participam nesta quinta-feira, 9, de uma audiência pública na Assembleia Legislativa alagoana para discutir a morte violenta de um elefante-marinho. O animal, apelidado de “Leôncio”, apareceu e circulou pelo litoral de Maceió, entre as praias de Ponta Verde Ipioca, no início de março último, sendo monitorado permanentemente pelo Instituto Biota de Conservação.
A ação da entidade ambientalista contudo, não impediu que o animal, que estava no litoral alagoano para trocar de pelagem, comportamento comum à espécie, fosse barbaramente morto. O corpo de “Leôncio” foi encontrado na praia de Lagoa Azeda, município de Jequiá da Praia, litoral sul de Alagoas.
Com base em laudo técnico, que apontou indícios de ação humana na morte do animal, o Ministério Público Federal solicitou que o crime seja investigado pela Polícia Federal PF/AL). Conforme a análise técnica, o elefante-marinho sofreu politraumatismo grave por instrumento cortante, quando ainda estava com vida.
O trabalho da Federal será identificar os responsáveis e esclarecer as circunstâncias da morte.
O debate na Assembleia Legislativa, marcado para às 9h, foi convocado pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente e Proteção dos Animais, deputado Leonam. Para o deputado, a morte do elefante-marinho não deve ser tratada como um episódio isolado, mas como um alerta sobre a necessidade de fortalecimento de políticas públicas voltadas à proteção da biodiversidade costeira.






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