
Foto: ANTONIO SCORZA / AFP
O basquete mundial está de luto. Morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do esporte. Conhecido como “Mão Santa”, ele passou mal e foi levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em São Paulo, onde recebeu atendimento médico, mas não resistiu.
Nascido em Natal, Oscar construiu uma carreira marcada por números impressionantes ao longo de 25 temporadas como profissional. Ele é o maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos, além de ser o recordista de pontos em Jogos Olímpicos, com 1.093.
Pela seleção brasileira, o ex-jogador teve trajetória memorável, com participação em cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e atuações históricas. Um dos momentos mais marcantes foi nos Jogos de Seul, em 1988, quando anotou 55 pontos em uma única partida — recorde da competição.
O auge veio nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando liderou o Brasil na vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos, resultado histórico que marcou a primeira derrota da equipe norte-americana em casa na competição. Oscar também conquistou a medalha de bronze no Mundial de 1978, nas Filipinas.
Ao longo da carreira pela seleção, entre 1977 e 1996, acumulou 7.693 pontos em 326 partidas oficiais, consolidando seu nome como um dos maiores atletas da história do esporte brasileiro.
A morte de Oscar Schmidt deixa um legado que ultrapassa as quadras, marcado por talento, dedicação e uma contribuição inesquecível ao basquete mundial.






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