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Vacina+ analisa mais de 31 mil cadernetas e identifica atraso vacinal em crianças de 82 municípios de Alagoas

por | 30 dez, 2025

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Foto: Agência Alagoas

Garantir que nenhuma criança fique sem acesso à vacinação é o objetivo do Vacina+, programa da Secretaria de Estado da Primeira Infância (CRIA), que vem ampliando sua atuação em Alagoas. Durante a execução do Censo Vacinal, a iniciativa analisou mais de 31 mil cadernetas de vacinação em 82 municípios alagoanos. Do total avaliado, 22.967 crianças apresentaram atraso no esquema vacinal.

Somente em 2025, o programa avaliou 9.792 cartões de vacinação, fortalecendo a estratégia de monitoramento contínuo da cobertura vacinal infantil no estado. O levantamento permite identificar atrasos, mapear fragilidades e apoiar os municípios na atualização das vacinas das crianças de 0 a 5 anos.

Para a secretária de Estado da Primeira Infância, Caroline Leite, a presença do Vacina+ nos municípios evidencia a prioridade do Governo de Alagoas com a imunização infantil.

“O Vacina+ é uma ferramenta estratégica para garantir que as crianças estejam protegidas desde os primeiros anos de vida. Quando analisamos mais de 30 mil cadernetas e chegamos a 82 municípios, estamos falando de um esforço coletivo, feito em parceria com as prefeituras, para assegurar o direito à saúde na primeira infância”, afirmou.

Levantamento orienta ações nos municípios

O trabalho do Vacina+ é contínuo. A partir da análise das cadernetas, os dados são sistematizados e encaminhados às gestões municipais, responsáveis por convocar as famílias e realizar a atualização das vacinas em atraso. A atuação conjunta fortalece a atenção básica e amplia o alcance das políticas públicas voltadas à primeira infância.

Além do levantamento técnico, o programa orienta as equipes municipais de saúde sobre o preenchimento correto das cadernetas, a mobilização das famílias para adesão às campanhas de imunização e o esclarecimento de dúvidas relacionadas à segurança dos imunizantes.

A secretária destacou ainda a corresponsabilidade entre Estado e municípios. “A secretaria realiza o censo vacinal, mas a atualização das doses acontece no território, com o apoio das equipes municipais. É uma via de mão dupla”, completou.

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