O médico alagoano e militante bolsonarista Marcos Falcão usou as redes sociais para afirmar que a ex-jogadora da seleção brasileira feminina de vôlei, Paula Borgo, morta aos 29 anos, foi “vítima” da vacinação contra covid-19.
Em sua conta no Twitter, disparou: “O maior genocídio da história, sem disparar uma bala. Não podemos afirmar que o que causou o câncer foi a possível vacinação, mas podemos afirmar que o número de casos de câncer aumentou exponencialmente após a vacinação”.
O médico negacionista tem atuado livremente, sem que os conselhos Federal e Regional de Medicina se manifestem sobre o fato de o médico fazer postagens com opiniões sem qualquer comprovação científica.
É uma covardia usar a morte da ex-atleta Ana Paula Borgo, vítima de uma enfermidade tão grave, para disseminar desinformação, como Falcão faz, ao associar a vacinação contra a Covid-19 a um suposto aumento de casos de câncer.
O mesmo médico oferece “detox vacinal” por meio do WhatsApp. Este coquetel é feito com ivermectina, vitaminas, anti-inflamatórios e uso de aspirina, além de exames e atestados que isentam da vacinação contra a Covid-19.








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