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Vereador denuncia poluição ambiental provocada por aterro sanitário em bairros de Maceió 

por | 8 maio, 2026

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O vereador Allan Pierre (MDB) voltou a cobrar providências sobre os impactos ambientais provocados pelo aterro sanitário de Maceió durante pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, nessa quinta-feira (7).

O parlamentar citou a autuação aplicada pelo Instituto de Planejamento do Município (IPLAN) à empresa Horizon, responsável pela administração do aterro desde 2022, diante das denúncias de poluição ambiental que atingem a região de Riacho Doce e áreas vizinhas da capital.

Segundo Allan Pierre, a situação é motivo de preocupação devido aos impactos sobre o meio ambiente, os recursos hídricos e a qualidade de vida da população maceioense. O vereador ressaltou que o problema vem sendo alvo recorrente de fiscalização ambiental na capital.

“O que nos preocupa é a contaminação das águas, os relatos sobre mau cheiro, problemas de ventilação e o descarte irregular de resíduos, incluindo chorume. Estamos falando de um tema que afeta diretamente a população de Maceió e exige atenção imediata das autoridades”, afirmou o vereador.

O parlamentar também questionou a localização do aterro sanitário, situado na região do Carminha, no bairro Benedito Bentes, e afirmou que a preservação ambiental deve ser prioridade diante dos impactos registrados em áreas como Riacho Doce e Garça Torta.

Durante o discurso, Allan Pierre lembrou que a empresa Horizon passou a administrar o aterro sanitário em 2022, após adquirir a concessão da V2 Ambiental. Segundo ele, o IPLAN aplicou multa e autuação por poluição ambiental, após denúncias envolvendo irregularidades na operação do equipamento.

O vereador informou ainda que busca informações técnicas sobre a capacidade atual do aterro sanitário. Inaugurado em 2010, o equipamento tinha previsão de vida útil de até 25 anos, mas, segundo Allan Pierre, há preocupação quanto à capacidade de recebimento de resíduos, inclusive dos resíduos comuns produzidos diariamente na capital.

“Essa situação me preocupa profundamente, porque o aterro sanitário é essencial para a população maceioense. Precisamos garantir funcionamento adequado, fiscalização rigorosa e preservação ambiental”, declarou.

O tema deverá continuar sendo debatido na Câmara Municipal nos próximos dias, diante das repercussões ambientais e urbanas envolvendo o aterro sanitário de Maceió.

Por Assessoria

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