Ex-candidato a deputada estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT/AL), a jornalista Élida Miranda denunciou à Polícia Civil ter sido ameaçada de morte, enquanto aguardava, num semáforo da cidade, o sinal verde para seguir. Liderança popular, Élida é diretora da Central Única dos Trabalhadores (CUT/AL) e ativista do movimento pela democratização da comunicação.
Para ela, a ameaça que sofreu está ligada ao seu trabalho e as posições políticas que assume desde o movimento estudantil, na Universidade Federal de Alagoas, onde cursou Jornalismo.
Tendo disputado as últimas eleições, Élida Miranda tem se colocado contra as opressões e a exploração da força de trabalho da classe trabalhadora, contra o machismo, o racismo e LGBTfobia.
“Hoje registrei um BO porque fui ameaçada em meio ao trânsito, por um desses criminosos que se acham acima de qualquer um por votar em um genocida” – disse ela, fazendo relação entre a agressão e seus posicionamentos e ação política.
No Boletim de Ocorrência, segundo disse, Élida relatou que o homem na motocicleta usou a mão para fazer o sinal de arma apontada em sua direção.
“Onde vai parar o fanatismo do cidadão de bem brasileiro?” – indagou ela, em sua rede social, onde postou vídeo enquanto estava na Delegacia, tornando pública a ameaça que sofreu.







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