sexta-feira, 16 outubro 2026
Nuvens dispersas
Maceió
26°C
Nuvens dispersas
Nuvens dispersas
Maceió
26°C
Nuvens dispersas

Tempestade política: Lira enfrenta fúria da ex-mulher e investigação sobre assessores

por | 13 jun, 2023

ESPALHE A NOTÍCIA
Link copiado para o Instagram!

Divulgação

Não bastassem o avanço das investigações com provas e indícios robustos, desvendando esquemas escandalosos de corrupção, o presidente da Câmara dos Deputados, alagoano Arthur Lira (PP), tem enfrentado graves acusações feitas pela ex-mulher, Jullyene Lins.

Com o status de quem conviveu anos com o deputado, portanto teria acesso a informações valiosas, Jullyene está muito ativa nas redes sociais, onde vem revelando para um número crescente de seguidores histórias que envolvem violência doméstica, ameaças, perseguições e alienação parental durante o casamento.

Essa é uma das frentes da tempestade política em que o deputado alagoano está encharcado. A outra ainda não o atinge diretamente, mas, já chega aos principais aliados, investigados pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF).

A imprensa nacional tem destacado a participação de assessores, aliados e empresários ligados do presidente da Câmara Federal na compra superfaturada de kits de robótica, alvos da operação Hefesto, da Polícia Federal em Alagoas. Os principais envolvidos são Luciano Cavalcante, ex-assessor de Lira, exonerado depois do escândalo, o empresário Edmundo Catunda, proprietário da empresa Megalic e pai do vereador João Catunda (PP).

A cidade de Canapi é um dos alvos da investigação realizada pela PF em Alagoas e Controladoria Geral da União (CGU), cujo relatório aponta um prejuízo, inicialmente, calculado em R$ 4,2 milhões aos cofres públicos, fruto dos contratos superfaturados. A origem dos recursos públicos foi uma emenda parlamentar do deputado federal Artur Lira em 2021, quando vigorava o Orçamento Secreto. A CGU continua analisando os contratos e, em dois deles, a soma chega a R$ 7,4 milhões.

A Megalic, segundo relatório da PF, vendeu às prefeituras cada kit por R$ 14 mil. Os kits foram adquiridos pela empresa por R$ 2.700. A PF, com a quebra do sigilo telefônico, descobriu a existência de um grupo de WhatsApp chamado “Robótica Gerenciamento”, onde participavam os diretores da Megalic.

0 comentários

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *