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Uma eternidade

por | 29 ago, 2021

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Uma vez mais venho externar o meu desconforto com o trânsito de Maceió. Durante mais de dez anos viajei pela Al 101 Norte e nestas minhas viagens de décadas via o mar, as plantações de coqueiros, o corre corre desesperado dos motoristas de vans, carros lotação, ônibus cheios por falta de linhas e os imprudentes motoqueiros que em acrobacias se sentem donos do mundo. Mesmo com tudo isso me sentia feliz em morar fora da cidade e ao mesmo tempo perto, desfrutando dos ares do campo.

Andava na marcha de segurança do carro, tranquilamente até quando ia chegando perto do conjunto Alfredo Gaspar de Mendonça, que na época não tinha tantas ofertas de destino, e aí começava o meu estresse… Desconforto e incômodo do trânsito pesado, motoristas mal educados e as famosas e irritantes buzinadas e ultrapassagens perigosas. Cadê os graduados engenheiros de trânsito? Perguntava. E continuo a perguntar. Finalmente chego ao segundo conjunto. Vem o shopping, que na oportunidade estava em construção e hoje já construído é a animação para aquele bairro intermediário. Mas, aí me pergunto, cadê os engenheiros que esqueceram de tirar da esquina de uma das saídas de um dos estacionamentos um gordo, sadio e frontal poste que afunila a estrada, que se não causou dezenas de acidentes, foi Deus que nos livrou. E continua lá…

Daqui já avisto o supermercado G. Barbosa, tranquilo continua. Mais adiante já dá para ver a anarquia e descontrole mais uma vez do trânsito louco e bagunçado defronte da Unit. Aí é de enlouquecer e perder toda a calma de cristão. Aquele ponto de ônibus, aquele buraco que já fez vários aniversários, a entrada da faculdade. Gente, quanta falta de educação!

Consigo enfim chegar ao sinal da ladeira do óleo. Que hoje dizem ter sofrido melhoramento, mas sofridos somos nós que passamos todos os dias por lá. Que nada, o trânsito no pedaço continua sem solução. Estou no Dom Adelmo, conjunto popular mais antigo do local. É um tal de sinal e mais um, e quando pensamos em adiantar a marcha lá está mais um sinal, e se desvia, entra no acesso, volta-se a pista e prosseguimos. A Casa Vieira e lá temos mais um verde vermelho e amarelo sinalizando. Paro. Orfanato São Domingos, trânsito organizado, e finalmente estamos cumprindo o trajeto do dia. Chegamos ao destino proposto, a leste oeste.

Autoridades competentes, por uma década ou mais, religiosamente fiz esse passo a passo e pouca coisa mudou, a não ser aberturas de escoamento e opções que em nada facilitou nossas vidas. Senhores estudiosos de trânsito resolvam, solucionem esses problemas de tantas pessoas que como eu enfrentam essa mesma “ Via Crucis”, para que tenhamos um dia menos desgastante.

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