Pela primeira vez, o Coletivo Mulheres que Escrevem estará presente na 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que será realizada entre os dias 31 de outubro e 9 de novembro, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, no bairro de Jaraguá, em Maceió. O grupo contará com estande próprio e uma programação diversificada, incluindo lançamento de livros, rodas de conversa e outras atividades.
“Com um estande próprio e uma programação variada, teremos lançamentos inéditos e rodas de conversa com escritoras que vêm transformando o cenário literário alagoano e nacional. A proposta é criar um espaço de escuta, troca e visibilidade para narrativas femininas que desafiam estereótipos e ampliam o repertório cultural do evento”, afirma Ana Laurindo, coordenadora do Coletivo.
Entre os destaques da programação estão os lançamentos de Alessandra Buarque: dois trabalhos inéditos, a participação na coletânea Teoria Social Espírita: fundamentos da igualdade e da justiça, com o artigo A contribuição espírita para uma promoção social inclusiva, e a primeira obra solo Meu baú de memórias e autocrônicas.
Merandolina Pereira de Melo, que publicou seus primeiros livros aos 50 anos, segue sua trajetória literária na Bienal, com participações na coletânea Ciranda de Poesias e exposições de suas obras: Estratégias de sobrevivência (2016), Recanto: poesias (2017), Cenas de março (2018), Entre dois tempos (2022) e Encontros: crônicas (2024).
Na coletânea Ciranda de Poesias, algumas escritoras expõem seus trabalhos pela primeira vez, como Helena Marques e Sarah Falcão, enquanto outras, como Lourdes Acioly, Ana Cláudia Laurindo e Merandolina, já possuem obras publicadas.
“Um coletivo formado por mulheres sempre reserva surpresas. Confirmamos presenças de Ana Karina Luna, Ana Luiza Marcolino, Angela Santos, Danielma Reis, Florismar Gasparotto, Gabriela Malta, Idabel Nascimento, Ismélia Tavares, Laynne Fontes, Milena Maria Testa, Olívia Cerqueira, Patrícia Vieira Tomás, Rosilânia Macedo Silva, Socorro Cunha e Yasmin Evangelista”, detalha Ana Laurindo.
Homens também terão espaço no estande do grupo. “Autores como Macleim, Alexandre Junior, Odilon Rios e Coaracy Fonseca estarão presentes. Além disso, o estande receberá parceiros que compartilham os mesmos ideais, fortalecendo a rede de apoio à produção literária independente e engajada”, acrescenta Laurindo.
Sobre o Coletivo
Fundado há seis anos, o Coletivo Mulheres que Escrevem tem como objetivo reunir e impulsionar escritoras, funcionando como plataforma de divulgação, formação e resistência cultural. A iniciativa já ajudou dezenas de mulheres a transformar seus escritos em publicações e a promover mudanças significativas em suas vidas.
“A presença na Bienal reforça nosso compromisso com a democratização da leitura e a construção de espaços literários mais inclusivos”, conclui Laurindo.
Sobre a Bienal
A 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas é organizada pela Universidade Federal de Alagoas e pelo governo de Alagoas, com correalização da Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes) e patrocínio do Senac e do Sebrae Alagoas.
Sob a curadoria do professor Eraldo Ferraz, diretor da Edufal, o evento conta com parceiros como a plataforma Doity, a rede de Hotéis Ponta Verde, o Sesc, a Prefeitura de Maceió, o Instituto Federal de Alagoas (Ifal) e as secretarias de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult), de Turismo (Setur) e de Comunicação (Secom) de Alagoas.
As novidades da Bienal 2025 podem ser acompanhadas pelo site oficial bienal.ufal.br/2025 e nas redes sociais, pelo perfil @bienaldealagoas no Instagram, Threads e Facebook.






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