Integrantes do Grupo Gestor do Plano de Ação Estadual (PAE) para Conservação das Tartarugas Marinhas iniciam, nesta quarta-feira (10), a uma série de oficinas que vai estruturar todas as etapas do documento. Durante três dias, representantes de órgãos públicos, instituições de pesquisa, ONGs e entidades do terceiro setor estarão reunidos no Centro de Reabilitação de Animais Marinhos (CRAM), do Instituto Biota, em Guaxuma, para definir metas, responsabilidades e prazos.
Oficializado em 24 de setembro, o Grupo Gestor é resultado de uma articulação do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) com o Ministério Público Federal (MPF), a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), Ufal, Ibama, IMA/AL, Instituto Biota e organizações da sociedade civil. A proposta é criar um plano abrangente que garanta a proteção das cinco espécies de tartarugas marinhas que utilizam o litoral alagoano.
Para a promotora Lavínia Fragoso, titular da 5ª Promotoria de Justiça da Capital, o PAE é fundamental para fortalecer a conservação da biodiversidade marinha. “Nessas oficinas vamos colocar à mesa todos os parceiros que podem contribuir direta e indiretamente, definindo as atribuições de cada um”, explicou.
O promotor Alberto Fonseca, da Defesa do Meio Ambiente, destacou que a iniciativa integra o Planejamento Estratégico do MPAL, voltado à proteção da biodiversidade. Segundo ele, a elaboração do PAE, feita em conjunto com especialistas e instituições ambientais, resultará em um documento sólido e capaz de orientar políticas públicas. Após concluído, o plano será encaminhado à Semarh para validação e publicação no Diário Oficial.
As oficinas seguem até sexta-feira (12), nos turnos da manhã e tarde, a partir das 8h30, no CRAM, localizado na Rua Padre Odilon Lôbo, nº 5.900, em Guaxuma.






0 comentários