O mercado brasileiro de veículos encerrou 2025 em alta, com mais de 2,5 milhões de automóveis e comerciais leves emplacados, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Paralelamente, o segmento de seminovos e usados manteve forte desempenho, com mais de 15,7 milhões de unidades comercializadas, de acordo com a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto).
Com a retomada do setor, muitos consumidores voltam a se deparar com a dúvida: vale mais a pena comprar um carro novo ou usado?
Para Rogério Almeida, gerente da Renault Du Nort, a decisão deve levar em conta mais do que o preço de compra. “O consumidor precisa avaliar quanto aquele veículo vai custar durante o período em que permanecer com ele. Consumo de combustível, manutenção, garantia, seguro e segurança fazem parte dessa conta”, explica.
Segundo o especialista, os carros usados costumam exigir menor investimento inicial, mas podem gerar gastos inesperados caso apresentem problemas mecânicos ou histórico de manutenção desconhecido.
Antes de fechar negócio, ele recomenda verificar a procedência do veículo, o histórico de revisões, a quilometragem, o estado de conservação, a documentação e a existência de sinistros. “Uma avaliação cuidadosa ajuda a evitar despesas inesperadas e oferece mais segurança durante a negociação”, afirma.
Já os modelos zero-quilômetro oferecem maior previsibilidade financeira. Além da garantia de fábrica, o proprietário conhece todo o histórico do veículo e conta com revisões programadas, reduzindo os riscos de manutenção nos primeiros anos de uso.
Outro diferencial dos veículos novos é a evolução dos equipamentos de segurança e tecnologia, que passaram a integrar também modelos de entrada.
Entre eles está o Renault Kwid, apontado por Rogério Almeida como uma alternativa para quem busca economia sem abrir mão da segurança. O modelo reúne baixo consumo de combustível, sistema Start & Stop, manutenção com custo competitivo, garantia de fábrica e itens como quatro airbags de série, controles eletrônicos de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa e, em versões específicas, central multimídia com conectividade para smartphones.
“Hoje, o consumidor busca um veículo econômico, mas sem abrir mão da segurança e da tecnologia. O Kwid reúne essas características e acaba sendo uma opção interessante para quem procura previsibilidade nos custos e um carro preparado para o uso diário”, destaca o gerente.






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