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Caos na Educação de Maceió: obras abandonadas, salários atrasados e dinheiro público jogado fora

por | 4 abr, 2025

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Rui Palmeira denuncia sucateamento da Educação em Maceió | Reprodução/Instagram

Enquanto a educação clama por investimentos e melhorias, obras escolares abandonadas pela Prefeitura de Maceió se tornam símbolos do desperdício de dinheiro público e da negligência com a população. Materiais inutilizados e erros de execução levam à necessidade de demolições e mais gastos, comprometendo o futuro de crianças e adolescentes que dependem da rede pública de ensino.

A denúncia foi feita pelo vereador Rui Palmeira (PSD), que aponta dois exemplos gritantes dessa realidade: a Creche Fúlvia Rosemberg e a Escola Jaime de Altavilla. Na creche, localizada no Village Campestre, duas novas salas poderiam ampliar a capacidade de atendimento em 80 vagas para crianças da região. Já a Escola Jaime de Altavilla poderia contar com um ginásio esportivo que beneficiaria mais de mil estudantes.

Os recursos para essas obras foram garantidos por meio dos precatórios do Fundef, mas nada aconteceu. “O prefeito JHC não quer saber da educação, vive em um mundo paralelo”, criticou Rui Palmeira. Entretanto, em vez de progresso, a comunidade escolar enfrenta um cenário de obras inacabadas e promessas não cumpridas.

“Essa situação expõe a falta de prioridade da atual gestão municipal com a Educação. Enquanto isso, os maceioenses continuam a pagar essa conta, arcando com os prejuízos causados pela má administração”, declarou o vereador Rui Palmeira.

Salários atrasados

Além do descaso com a infraestrutura educacional, outra denúncia grave marca a gestão municipal: a falta de pagamento dos salários de 50 funcionários do programa Criança Feliz. O programa, que atende famílias em situação de vulnerabilidade, sofre com atrasos salariais, prejudicando trabalhadores que dependem desse recurso para garantir o sustento de suas famílias. Enquanto isso, o prefeito JHC celebra a decoração de Páscoa na cidade, ignorando a realidade daqueles que mais necessitam.

O não pagamento desses profissionais é uma afronta às famílias que lutam para colocar comida na mesa e uma demonstração clara da falta de compromisso da administração municipal com aqueles que dedicam seu trabalho ao bem-estar da população.

Diante desse cenário, é fundamental que a sociedade civil e os representantes políticos continuem cobrando providências e transparência na gestão dos recursos públicos. As demandas da população maceioense não podem continuar sendo ignoradas. A Prefeitura de Maceió precisa assumir sua responsabilidade e garantir que a Educação e os direitos trabalhistas sejam tratados com a seriedade que merecem.

Reprodução/Instagram

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