A vereadora Teca Nelma (PT) voltou a cobrar explicações do prefeito João Henrique Caldas (JHC) sobre as aplicações realizadas pelo Instituto de Previdência Municipal (IPREV) no Banco Master, instituição que teve liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central. O controlador do conglomerado, Daniel Vorcaro, também teve sua prisão decretada.
Segundo documentos e denúncias apresentadas na Câmara, não foram apenas os R$ 117,9 milhões aplicados em letras financeiras do Banco Master. Somam-se a esse valor outros R$ 51,48 milhões investidos no fundo imobiliário Nest Eagle, totalizando R$ 168,5 milhões — todos recursos aplicados sem cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e classificados como de alto risco.
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Teca Nelma destacou que o prefeito já tinha conhecimento dos problemas enfrentados pelo Banco Master antes de autorizar as aplicações e classificou a operação como um ato de grave imprudência. Em suas redes sociais, a vereadora afirmou:
“O que era chamado de ‘alarmismo’ se tornou realidade: o Banco Master, escolhido pela prefeitura para administrar os recursos dos aposentados do nosso município, entrou em liquidação e Daniel Vorcaro, o dono do conglomerado, teve sua prisão decretada. É preciso transparência, responsabilidade e respostas imediatas. Os servidores de Maceió não podem pagar a conta da imprudência da gestão.”
Além de Teca, apenas o vereador Rui Palmeira (PSD) vem denunciando a situação, apontando irregularidades e alertando para o risco de prejuízos ao patrimônio que garante o pagamento de aposentados, pensionistas e servidores do município.
A vereadora reafirmou que continuará exigindo esclarecimentos formais do prefeito e do IPREV, incluindo: quem autorizou as aplicações, quais critérios foram utilizados e quais medidas estão sendo tomadas para recuperar os valores investidos.






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