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Fleming cresce na reta final e se firma como o voto consciente da esquerda em Alagoas

por | 2 out, 2026

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A dois dias da eleição, a campanha do Professor e Jornalista Alexandre Fleming, candidato ao Senado pela Unidade Popular (UP), ganha força e se espalha de forma espontânea entre militantes, apoiadores e eleitores do campo progressista em Alagoas.

O sinal mais claro desse crescimento está nas colinhas digitais, que viraram febre nesta eleição. São santinhos virtuais que reúnem os votos para deputado estadual, deputado federal, Senado, governo e presidência. Nessas listas, Fleming aparece ao lado de candidatos de vários partidos e movimentos da esquerda. Sua campanha já foi muito além da UP.

Militantes e simpatizantes do PT, PSOL e de diversos movimentos sociais mantêm seus votos para deputado, governo e presidência e incluem Fleming numa das duas vagas ao Senado. Para quem não tem candidato próprio na disputa, ele virou a opção de um voto ideológico e consciente.

Com uma campanha criativa e muito presente nas redes, Fleming lidera o engajamento digital entre os candidatos ao Senado. Mesmo sem a estrutura milionária das candidaturas tradicionais, ele mostra que é possível fazer política com inteligência, coragem e diálogo.

Sua pauta defende os serviços públicos e os trabalhadores, o combate ao analfabetismo e o enfrentamento às oligarquias e ao bolsonarismo. Inclui também a luta contra o racismo, a misoginia, a LGBTfobia e as desigualdades que marcam a história de Alagoas.

Único candidato de esquerda ao Senado, Fleming atrai eleitores de diferentes partidos do campo progressista. Eles veem nele uma voz firme e preparada para representar uma esquerda independente e popular.

Na reta final, a candidatura aponta um caminho para a reorganização da esquerda alagoana e mostra que é possível reconstruir a força política e eleitoral desse campo no estado.

“Estamos mostrando que a esquerda pode fazer uma campanha limpa, criativa e corajosa. Uma campanha que dialoga, propõe, critica e não se rende às oligarquias. O segundo voto ao Senado pode ser o voto da consciência, da luta e da esperança”, afirma Fleming.

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