Presidente da república anunciou que vai ampliar programa para todos os estudantes do ensino médio da rede pública
Nesta terça-feira, 9, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que, a partir de 2027, o Pé-de-Meia será ampliado para todos os estudantes do ensino médio da rede pública do país. Tendo como objetivo a permanência do aluno na escola, o programa é um incentivo financeiro-educacional do Governo Federal, criado para funcionar como uma poupança para estudantes do ensino público.
A decisão presidencial gerou a satisfação do deputado federal Rafael Brito (MDB/AL), criador do programa Cartão Escola 10, que deu origem ao Pé-de-Meia. Para ele, a universalização do programa, agora alcançando o Ensino Médio, amplia uma política efetiva de combate à evasão escolar no ensino público, assegurando que os jovens de baixa renda tenham condições de permanecer na escola e concluir a educação básica.
“O que começou em Alagoas com o Cartão Escola 10 ganhou o Brasil com o Pé-de-Meia e agora dá um novo passo. Defendemos que todo estudante do ensino médio público tenha esse incentivo, porque educação é um direito de todos. O anúncio do presidente Lula mostra que estamos no caminho certo. Reduzimos a evasão escolar em todo país e esse é o primeiro passo para a transformação da educação brasileira”, declarou Rafael Brito.
No ano passado, Brito protocolou na Câmara Federal o Projeto de Lei nº 2.593/2025, que retira a restrição por renda familiar ou inscrição no Cadastro Único (CadÚnico) como pré-requisito para acesso ao incentivo e foi justamente essa proposta anunciada pelo presidente Lula, candidato à reeleição a presidência da república.
A eficiência do programa já foi constatada pelo governo. Um levantamento realizado pelo Ministério da Educação mostrou que o abandono escolar no ensino médio, caiu de 6,4% em 2024 para 3,6% em 2025, uma redução de 43%.
“Nós mostramos em Alagoas que o dinheiro direcionado ao estudante circula na economia local, ajuda na renda da família e até realiza sonhos. O jovem precisa ter perspectiva, precisa enxergar valor em permanecer estudando. E os números provam que a política pública funciona. Agora, universalizar o programa significa dizer que ninguém fica pelo caminho”, enfatizou o deputado.







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