quarta-feira, 15 julho 2026
Nublado
Maceió
26°C
Nublado
Nublado
Maceió
26°C
Nublado

Renan Calheiros compara caso Zambelli à extradição de Cacciola e relembra enfrentamento na CPI da Covid

por | 7 jun, 2025

ESPALHE A NOTÍCIA
Link copiado para o Instagram!

Divulgação

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) utilizou suas redes sociais para se posicionar diante das investigações envolvendo a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Em tom firme, o parlamentar relembrou sua atuação no caso do banqueiro Salvatore Cacciola, extraditado da Europa para cumprir pena no Brasil, e fez um paralelo com a situação atual da parlamentar, investigada pela Polícia Federal.

“O banqueiro Salvatore Cacciola, condenado a 13 anos pela Justiça brasileira, de cidadania italiana, foi preso em Mônaco e extraditado para cumprir pena em Bangu. Como ministro da Justiça, pedi a extradição dele. A deputada, que tenta escapar da lei, é a mesma que tentou me tirar da relatoria da CPI da COVID”, publicou o senador em sua conta oficial no X (antigo Twitter).

Carla Zambelli tornou-se recentemente alvo de mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal, no âmbito de uma investigação sobre o uso de softwares espiões supostamente operados para fins ilegais. As apurações envolvem ainda outras figuras ligadas ao governo anterior.

Reprodução

O comentário de Renan remete a 2021, quando Carla Zambelli atuou publicamente para impedir que o senador alagoano assumisse a relatoria da CPI da Covid, instalada para investigar omissões do governo federal na condução da pandemia. Apesar das pressões, Renan manteve-se à frente da relatoria e produziu um dos relatórios mais incisivos da história recente do Senado.

A publicação do senador gerou repercussão nas redes sociais, sendo interpretada como um contraponto à narrativa de perseguição política alegada por aliados de Zambelli.

Relembre o caso Cacciola

Salvatore Cacciola, ex-controlador do Banco Marka, foi condenado a mais de 13 anos de prisão por crimes contra o sistema financeiro. Em 2000, fugiu para a Itália, onde adquiriu cidadania. Em 2007, foi localizado em Mônaco e extraditado ao Brasil, graças à solicitação formal feita pelo governo brasileiro, à época comandado no Ministério da Justiça por Renan Calheiros. Cacciola cumpriu parte da pena no presídio de Bangu, no Rio de Janeiro.

0 comentários

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *