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Lula lidera todas as disputas e segue como favorito em 2026

por | 18 jun, 2025

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Foto: Divulgação

Em meio a ataques orquestrados pelo mercado financeiro, por setores do Congresso Nacional e pela grande mídia, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue como a principal liderança popular do Brasil. Aos 79 anos, mesmo enfrentando um ambiente político e econômico hostil, o presidente ainda é quem melhor representa a maioria do povo brasileiro — e as pesquisas mais recentes confirmam isso.

Os levantamentos eleitorais revelam que Lula lidera todos os cenários de primeiro turno contra os principais nomes da extrema-direita, como Tarcísio de Freitas, Michelle, Flávio e Eduardo Bolsonaro. No segundo turno, Lula continua à frente e venceria as eleições contra qualquer um desses adversários.

A leitura que a grande imprensa insiste em vender, no entanto, é outra. O foco exclusivo em índices de rejeição serve à narrativa de desgaste e deslegitimação do governo. Ignoram ou escondem dados fundamentais: que 25% da população avaliam o governo como “ótimo ou bom”, e 29% o consideram “regular”. Ou seja, mais da metade da população não o reprova — o que desmonta o discurso de fracasso que domina editoriais, colunas e análises nos grandes veículos.

Há um esforço deliberado para despolitizar o debate e colocar Lula como um gestor isolado e enfraquecido. De um lado, o Centrão — sócio majoritário do orçamento — empurra o governo para uma agenda conservadora e privatista. Do outro, os barões da mídia, que há tempos deixaram de ser apenas empresários de comunicação para se tornarem braços do rentismo financeiro, fomentam o caos narrativo para garantir juros altos, cortes sociais e lucros fáceis.

Lula governa sob cerco — e resiste. Diferente de figuras artificiais fabricadas nas redes ou nos gabinetes, sua liderança vem da história e do vínculo real com o povo. É por isso que nenhum de seus possíveis adversários hoje consegue superá-lo com folga: nem Michelle Bolsonaro, com todo o apelo simbólico herdado; nem Tarcísio, aposta do bolsonarismo com verniz técnico.

A tentativa de apagar a centralidade de Lula no debate político nacional é, no fundo, medo. Medo de que, mesmo limitado institucionalmente, ele ainda mobilize esperanças. Medo de que seu nome continue a ser, mais do que uma opção eleitoral, uma lembrança viva de que é possível governar com compromisso com os de baixo.

O Brasil não está órfão de liderança. Lula segue sendo, com todos os limites e contradições, a maior referência popular da democracia brasileira. E enquanto seus adversários se apoiam em narrativas fabricadas e em fake news, ele se apoia em algo mais sólido: a memória, a presença, e a esperança de um povo que não desistiu de sonhar.

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