
O mundo contemporâneo, sobretudo nos tempos atuais, com essa catástrofe epidêmica que se abateu indiscriminadamente, mas de efeitos socialmente relativados, parece retroceder ao descuidar dos valores básicos ao bem-estar da humanidade. Assim, o carinho deixa de ser importante e a solidariedade não se faz frequente. A fraternidade parece coisa do passado e o amor ao próximo torna-se quase um desconhecido da era moderna. De tal forma que a paz entre os povos e entre nós parece ser sempre ameaçada e frágil, quando deveria ser um agasalho protetor.
Se perdermos o olhar atento aos sentimentos puros de sublimação espiritual, então, para onde caminhar e o que fazer para que a nossa consciência e particularidade imaterial contribuam e tenham o efeito borboleta que sabemos ser, para projetarmos a partir de nós, da nossa paz interior, uma paz planetária?
Gosto da metáfora da água, como instrumento de transformação, pois a água fertiliza, lava, leva e purifica. É espelho e também contemplação. Reflete e propaga nossa imagem e pensamentos e não se deixa aprisionar pelas mãos nuas. Tem volume, quando carece de força; tem leveza, quando é banhar. Façamos, pois, como as águas livres de represas, que chegam à imensidão do mar em comunhão com o universo. Cada gota é imprescindível e tem uma força imensa de transformação, posto que unidas pelo mesmo propósito criam outra dimensão.
No +,MÚSICABOAEMSUAVIDA!!!!






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