O esperto e o otário
Certa vez, pensei com os meus botões: não dá mais! Desisto! Vou seguir o conselho que o Celso Brandão
Certa vez, pensei com os meus botões: não dá mais! Desisto! Vou seguir o conselho que o Celso Brandão
Passava um pouco das 16 horas de uma de sexta-feira qualquer. Chequei em casa e assim que entrei ouvi
Quem o visse caminhando com a fragilidade dos passos lentos, em paradoxo à rapidez do tempo em contramão,
O senhor Nelson dos Santos, que aos 54 anos desejou ser músico, pouco tempo depois tornou-se Nelson da Rabeca
O amadurecimento proporcionado pela constante procura em priorizar o intelecto,
Era mais uma daquelas tardes calmas e serenas do bairro. Na rua principal, um passarinho piruetava no ar.
Destilando todo o seu veneno preconceituoso, com sua língua de lagarto afiada, em 2009 Boris Casoy fez um comentário ácido,
É certo que o conceito de Rede tem sido amplamente discutido, portanto, ainda não pode ser entendido
Atendo-se ao fato de que Pierre Lévy, em seu livro “Cibercultura”, sustenta a tese
Era monolítico. Estático, como nem Van Gogh poderia propor. Um único girassol de aço apoderando-se da tela. Sem movimento, sem
Provavelmente, em tempos normais, a pergunta que você mais ouviria seria essa: E aí, como foi seu carnaval?
Certa vez, assisti ao filme Quo Vadis, que tem uma cena na qual Nero aparece tocando sua lira, enquanto Roma
Acho que o ano era 2005. Recordo-me que, em uma matéria na TV, alguns jovens pareciam entusiasmados com a possibilidade
Existe uma tradição na diplomacia que está prestes a se acabar. Os tempos são do politicamente correto e dos
La pelos idos de 2013, um músico importante da cena alagoana me contou, decepcionado e num tom de desânimo, que