20 de janeiro de 2023 4:02 por Mácleim Carneiro
Certa vez, fui ao cinema sugestionado pela revista Bravo, que dizia valer a pena assistir ao filme ‘A Ilha’, “pela projeção futurista de assuntos polêmicos da atualidade, como as questões éticas na clonagem humana”.
Eu sabia que o filme tinha a direção de Micchael Bay, diretor de Pearl Harbot e Armageddon. Porém, fiz questão de ignorar que era um filme americano, com carimbo hollywoodiano.
Começa o filme e as coisas parecem caminhar normalmente: cenários interessantes, explicações científicas plausíveis e racionais, capazes de situar com clareza o espectador na trama. Tudo acontecendo de forma confortavelmente cerebral.
De repente, antes mesmo da metade do filme, a carruagem virou abóbora e lá estava eu pensando alto: Que merda! Caí em outra cilada.
O filme havia se transformado, ou melhor, atropelado por perseguições enervantes de automóveis em alta velocidade, helicópteros e objetos voadores futuristas, tiros que nunca acertam os mocinhos e toda aquela babaquice das cenas surreais e seus efeitos mirabolantes.
Foi aí que a ficha caiu. Claro! Essa droga é Hollywood em sua essência.
No +, MÚSICABOAEMSUAVIDA!!🎶🎶🎶