sexta-feira 4 de abril de 2025

Depois de suspender transporte escolar, JHC vê professores reivindicando aumento salarial

Trabalhadores da Educação reivindicam aumento de 13,65% e melhorias na rede municipal que vão do transporte a estrutura das escolas

19 de fevereiro de 2025 1:19 por Da Redação

Trabalhadores da rede municipal lutam por reajuste salarial | Fotos: Sinteal

O prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PL), o JHC, enfrentou na manhã desta quarta-feira, 19, um protesto dos trabalhadores da Educação. A rede municipal de ensino parou, numa ação organizada pelo Sinteal, a entidade representativa de professores e de todos os demais funcionários da área.

Os trabalhadores se posicionaram na porta da prefeitura maceioense, no bairro de Jaraguá, num ato público cobrando reajuste de salários. Eles querem13,65% de aumento.

Atualmente, o piso salarial de professor das séries iniciais pago pela Prefeitura é de R$ 2.246,87. A jornada de trabalho é de 32 horas semanais.

Além do reajuste, a mobilização cobra pagamento das progressões atrasadas, implantação do aumento de carga horária, investimentos para recuperação da estrutura física das escolas, concurso público para cobrir a carência de profissionais, e solução imediata para a crise do transporte escolar.

Alegado que o contrato entre a prefeitura e a empresa terceirizada responsável pelo transporte escolar venceu, o prefeito JHC suspendeu o serviço, levando pais e mães de alunos da rede municipal a protestar, inclusive com o fechamento de ruas em vários bairros. A Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou que está conduzindo dois processos – um emergencial e outro licitatório – para contratar novas empresas que atendam à demanda.

Prefeitura não renova contrato com terceirizada que prestava serviço de transporte escolar em Maceió
Estudantes de Maceió estão sem ônibus escolar desde o retorno das aulas

Dinheiro do Fundeb

A reivindicação dos professores por aumento de salários tem como base o incremento no repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação de Base (Fundeb), valor repassado pelo Ministério da Educação aos estados e municípios. Os municípios de Alagoas, incluindo Maceió, receberam R$ 47 milhões.

“Esse percentual nem sequer repõe as perdas acumuladas pela categoria nos últimos anos, mas é o valor que nós sabemos que é viável, e a prefeitura deveria repassar o crescimento para quem faz a educação funcionar, as trabalhadoras e trabalhadores”, disse Izael Ribeiro, presidente do Sinteal.

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